Perfil

NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLE VAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLE VAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE NOUVELLEVAGUE Page Graphics

Meu perfil

BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, BELA VISTA, Mulher, de 26 a 35 anos
MSN - sweetiemaryland@hotmail.com

Nouvelle Vague é inspirado. Estonteante  Fascinante. Poético.Filosófico. Ideológico. Mágico. Adorável. Sutil. Descarado & também um pouco vigarista.

Histórico

+ veja mais

Votação

Dê uma nota para meu blog

Outros Sites

XML/RSS Feed
O que é isto?

Visitante Número

08/11/2009

Alguns dias com ela

Foto do filme 500 Days of Summer

 

Acabei de assistir ao "500 dias com ela" e nos dez minutos de filme percebi que estava num terreno muito familiar a todas as minhas referências culturais, meus clichês literários, filmícos e musicais.... enfim, enquanto eu chorava e achava tudo aquilo bonitinho, triste e parecido comigo, me veio a lembrança: Eu já li esta história em algum lugar... Sim, já tinha visto e sim é um dos livros de minha juventude romantica "Ensaios de Amor" do filosofo Alain de Botton. Já comentei sobre ele aqui no blog. Há uma referência a ele no filme também  quando o protagonista leva consigo para um a viagem o livro "Arquitetura da felicidade" com certeza o proximo livro que vou ler alem daqueles todos que tenho que dar uma olhada antes da prova do concurso publico que farei no final do ano. É um filme altamente recomendado apesar da semelhança com o livro do Botton. Achei que até mesmo um dos cartazes do filme remete a capa do livro do cara..aquelas nuvenzinhas azuis e fofinhas ao fundo não me engana!!! Gostei também da brincadeira com as estações do ano. Por fim, nenhuma novidade por aqui além da TPM e da falta de tempo que me fez ir na augusta comprar um tanto de filme pirata pra assistir em casa comendo besteira com meu cachorro


Escrito por Landika às 20h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

26/10/2009

Animal Sentimental

 http://www.myspace.com/sheandhim

Os dias nem sempre são de sol. Nem sempre tem alegria. As vezes falta tudo. Sobra a auto-estima do Charlie. Arrasta esperança. Vestigios de dias cinzas. São tentativas de mudança. A gente nunca é o bastante. É sempre tudo dificil. "Change is hard, I should Know". Resta as tempestades no final da tarde. Uma pilha de livros no canto. Uma lista de filmes pra assistir. E essas canções perdidas na mente. Aquelas coisas sérias que não gosto pensar. E as possibilidades...


Escrito por Landika às 14h54
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

15/10/2009

Relembrando o Seu Jorge


Escrito por Landika às 23h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/10/2009

Limão e Gergelim

Gosto de cheiros. Odores. Perfumes. Café. Lavanda. Grama molhada. Chuva. Dama da Noite. Erva-doce. Chocolate. Canela. Patchouli. Alecrim. Maresia. Gosto de cheiros. Na pele. Nos pêlos. No cabelo. No pescoço. Lembram café da manha num dia de infância. Lembram de um beijo de bom dia. Um abraço de um homem apaixonado. O travesseiro de uma moça iludida. Minha casa e seu gosto de fruta cítrica. Limão e Tangerina. O cheiro do rosto da minha mãe. O perfume do meu pai. O conforto do meu edredon. O talco da minha avó. O gosto de doce de banana. O desejo por um ex-amor. O cheiro úmido da madrugada.


Escrito por Landika às 00h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/09/2009

Muchacha en la ventana

Lambe-lambe da rua dr. penaforte mendes (bela vista)

 São tolices Que penso sobre você Você não pensa em mim Por que andamos na mesma rua Vivo sonhando Imaginando você Imagino pegadas E as vou seguindo É tolice, eu sei Você não sente os meus passos Mas eu imagino Um olá talvez Mas pra mim de nada vale Isso estragaria O meu faz-de-conta (Tolices - Ira!)

Este lambe-lambe surgiu da noite pro dia na rua atrás do shopping Frei Caneca. Snoopy ficou assustadissimo com a novidade e fomos lá conferir. Bom, o neguinho ficou morrendo de medo de ver o mar e gente tão grande colada na parede. Eu achei a brincadeira bem interessante. Afinal, não tem coisa mais instigante que poder entrar num quadro famosinho? Adorei, até porque não é sempre que se pode interagir tão intimamente com a irmã de algum pintor  como o Salvador Dali. Sempre acho que um pouco mais de poesia nesse meu trajeto diário pode significar muito. Afinal, a poesia prevalece!


Escrito por Landika às 21h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/09/2009

São só palavras...

"Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música E nem pra preencher o branco dessa página linda Eu me entendo escrevendo
E vejo tudo sem vaidade Só tem eu e esse branco Ele me mostra o que eu não sei E me faz ver o que não tem palavrasPor mais que eu tente são só palavrasPor mais que eu me mate são só palavras.." (Mariana Aydar)

Caro universo virtual as coisas andam meio punks por aqui, depois das pulgas que não deixavam a gente dormir, agora são os pimpolhos da faculdade que me tiram o sono. Tento ser uma boa professora, sem aquele blablablabla oco, fanho e vazio da professora do Charlie. Cada dia penso como tornar mais fácil e acessível  a história dos três porquinhos da sociologia. Tento fazer das minhas aulas um conto de fadas onde o final o personagem principal ( o trabalhador) casa , tem filhos e um emprego mal remunerado, e termina a história infeliz para sempre. História de todos nós...porque é tão dificil entender que o capitalismo é o pior conto de fadas de todos? Fora isso, minhas crises constantes tem me desanimado muito, tenho achado que é melhor ficar quieta no meu canto afinal ...são só palavras.


Escrito por Landika às 19h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

16/08/2009

No meu universo o sol é solidão

"Não tem sol, nem solução não tem tempero no meu dia Não faz mal se a tradição nos traduz outra alegria Não ter pressa dá a impressão de que a tarde virou tédio não tem bala, belo, bola ou balão não tem bula meu remédio. e não tem cura...acho que me perdi numa excursão que fiz na tua certeza e na contradição e não tem cura...acho que me perdi numa excursão que fiz na tua palavra, no teu palavrão Não tem sol, nem solução não tem tempero no meu dia Não faz mal se a situação não traduz nossa alegria
Não ter festa dá a impressão de que o mundo ficou sério
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio." (Teatro Mágico)

Tem dias que acordo como num pesadelo de hoje pensando na grana que falta. Coisa chata que acontece na vida da gente quase sempre. Mas pra esquecer da tristeza da vida material eu caminho por essa cidade. Subo e desço ladeiras com o Snoopy Dog. Gosto de admirar ali do alto a nove de julho, as luzes dos apartamentos, o casal brigando na rua, o corredor de ônibus. Fico assim sentindo vento na cara procurando um pouco mais de tempero pro meu dia. Nesta semana comecei a dar aula. Gostei muito apesar dos tagarelas mal-amados. Cansei minha voz mas está sendo uma boa experiência. Numa outra parte do da semana fico nessa coisa de procurar coincidencias e acasos com um homem bonito. Bonito quando se debruça no balcão do café dobrando os pezinhos. Ou quando quase me atropela com toda sua pressa numa noite qualquer. Bom, numa outra parte do dia penso na solidão, nos poucos momentos que ela me pega de jeito e eu começo a ligar pra todo mundo que eu conheço pra ouvir ao menos um oi.


Escrito por Landika às 23h58
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

05/08/2009

As vezes gosto quando saio para passear as dez e meia da noite com meu cachorro como se fosse as sete da manha. Bom, nem sempre isso é muito legal porque passo o resto das horas a chocolate e mate com garaná. Penso o que há de bom pra fazer a não ser andar pelas ruas do meu bairro: minhas amigas histericas, brilhantes e cheia de novidades. Como encontrar o cantor de rock no supermercado, cruzar olhares com o bonitinho do lado e me apaixonar por um casaco de couro de alguem ou te ver todo de preto como eu naquele dia do onibus. É, deveria ter dito olá. Figuras estranhas. Quando estou de TPM fico pensando nessas coisas e a única alternativa que penso com felicidade é ir ao cinema. Só. Detesto pensar nas dificuldades de agora, das coisas que passei recentemente e a vontade de estar junto. É só isso. Simples assim. Nem é mais um ruído. Manifesto e latente como a música nos ouvidos num dia de sol depois da semana toda de chuva. Cansei de ignorar e ser ignorada. Dessas coisas de ser intelectual. É bom, café na padaria, dia de sol e passeio no parque.


Escrito por Landika às 00h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/07/2009

Curso de Ferias

Meio maluca do jeito que sou ando tentando entender ainda mais as coisas do mundo. Resolvi há alguns meses fazer um curso de férias que está sendo bem interessante. Vocês acreditam que ando lendo até o Piaget? Ai fico pensando nessas minhas coisas bestas de guria mal-crescida que preciso mesmo daquele tal upgrade de vida. Boas motivações pra isso tenho, e de certo modo já até comecei aos poucos ...ainda tenho aquele dilema de cansaço X produtividade. De que preciso produzir mais intelectualmente, estudar mais e dar mais amor aqueles que merecem. É, devo estar mesmo na fase do upgrade ele sempre aparece como um estadio mal-acabado (ah, na minha cabeça né). Sempre gostei daquele papo de significante, significado, signo, simbolo...


Escrito por Landika às 23h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

15/07/2009

Nerd ou Sexy?

Estou escrevendo este post por pura falta de motivação pra continuar o que estava fazendo: escrevendo um artigo sobre política. E por um lado super inspirada numa capa de revista de moda que vi numa banca na paulista. Tava lá escrito no estilo mega-chamariz: " Acho que sou uma nerd que prenderam num estereótipo de sex symbol" ou qualquer coisa assim atribuida a inteligentérrima da Juliana Paes atriz global e fumante nas horas vagas. Bom gente, acho que o inverso também acontece comigo. Sou uma pin-up super sexy presa num corpo de nerd!!! Será que sai na Vogue ou vão me convidar pra protagonizar a novela das oito??? Are Baba! É muita futilidade pra minha beleza escondida! Chicote neles!!!


Escrito por Landika às 20h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/07/2009

A vida sempre causa!

É verdade, sempre venho aqui reclamar da vida. Hoje vou escrever sobre confiança. Lealdade pura e paixao louca é o que o Snoopy tem por mim. Ele deve achar que nasceu grudado comigo. Puro exagero, coisa de cachorro. Mas tenho a absoluta certeza  que ele confia em mim. É o tipo de coisa que eu não nutro muito pelas pessoas. Elas sempre te deixam na mão nos momentos que vc mais precisa. Por isso tenho a minha filosofia de fazer tudo sozinha. Detesto depender dos outros. Claro, as vezes é necessário. Mas fazer o que? Vida em sociedade é isso. Eu deveria mesmo era dar uma aula de sociologia sobre isso. Devia começar assim: a vida ensina pra gente o tempo todo "Não devemos confiar em ninguem, mesmo que essa pessoa tenha lhe jurado algo". Enfim, assim como o Charlie acostumei a levar tombos bem grandes da vida. E ainda hoje me admiro com situações em que as pessoas simplesmente não cumprem a palavra. Talvez a gente vá deixando a ingenuidade aos poucos. Mas desde sempre aprendi que a unica pessoa em que devo confiar é em mim mesma, nas minhas pernas que podem ir aonde quiser, nos meus pensamentos que são sempre sensatos, na minha capacidade de falar docemente e claro, na inteligencia e teimosia que rege tudo isso. Outra coisa diria nessa aula sociologica, que o dinheiro ajuda a gente a se virar muito bem sem precisar de favores dos outros. Independencia diriam. Não pra tudo claro, mas resolve muita coisa com certeza, e evita lagrimas ou rugas por pura besteira. Bom, a pergunta agora é, se pode confiar em mim, com certeza sou uma pessoa bastante confiavel e leal dentro das coisas que posso ou não fazer pelos outros. Agora só não me venham dar desafetos no momento que preciso de afeto. Ou numa segunda feira de manha. Detesto gritos de histeria por coisa besta. Isso só estraga o dia da gente.


Escrito por Landika às 21h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/06/2009

Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem

Não consigo deixar de pensar nessa frase da musica do Teatro Magico. Falando em passado, muitas vezes  vem a sensação de arrependimento. De um monte de coisa. Na maioria das vezes acho que fiz tudo errado. Continuo errando como uma cisma do Charlie Brown. Mas não vejo como seria de outra forma. Penso mais nas escolhas que fiz e nas que tenho que fazer todos os dias. Me sinto mal por algumas coisas do passado interferirem no meu presente, sobretudo na area profissional. De como tenho que evitar certos circulos sociais por exemplo. E sinceramente acho tudo isso uma idiotice, uma mesquinharia. Mas minha mente sempre fica alerta com estas coisas. Não tenho como evitar. O que na verdade me deixa triste é ter que deixar de lado algumas oportunidades por imaginar como seria conviver num circulo de picuinhas e guerras de ego por exemplo. Eu quero só tranquilidade. Minhas 30 horas diarias pra fazer as coisas que preciso e que muitas vezes acho que não mereço. Sei la se devo merecer fazer tudo isso faço e que não dá em muita coisa.Deveria deixar de ser gente. Ser cachorro deve ser melhor. Deveria ter uma luzinha pra me apontar sempre o caminho. E vivo assim, como diz na musica "Minha vida inteira é meu dia inteiro Meu dilúvios imaginários ainda faço no chuveiro"


Escrito por Landika às 14h52
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

19/06/2009

Amar quem não se conhece

Alguns já escreveram sobre sobre a beleza do amor não-realizado. A idealização do romance perfeito ou da pessoa perfeita é  a tonica desse tipo de sentimento. E quase sempre trata-se de um sentimento não-correspondido. Bom, isso é o que a gente sabe sobre o tal amor platonico. Geralmente é a gente que sente por alguem. E quase nunca alguem sente pela gente. No meu caso é assim né. Nunca fui um padrao de beleza muito menos de perfeição. E nunca nem tive a pretensao de ser. Na verdade minha certeza sempre foi: as pessoas só gostam ou gostarãode mim se me conhecerem. A beleza interior algumas vezes nos salvam de ter uma vida completamente insignificante. De verdade, sempre acreditei que este fosse o meu caso. Depois de ter tido uma adolescencia marcada por várias paixonites deste tipo, em que eu nem conhecia a pessoa mas acreditava veemente que amava, hoje, bem mais amadurecida e depois de ter nutrido sentimentos bem nobres (e outros nem tanto) por algumas pessoas tenho a plena certeza que só se pode dizer apaixonado depois que ao menos conhece aquela pessoa, o que gosta, opinioes, o cheiro, o jeito enfim..quase tudo, e que, no maximo pode se nutrir por alguem que não se conhece é um interesse, variável entre o um pouco e o profundissimo. Bom, fiz toda essa introdução para poder entender essa tal de devoçao-insana-obsessiva que o sujeito do outro lado da rua sente por mim. Sempre disse: este cara é louco e nao consigo entender, tanta menina bonitinha por aí e o cara foi se encantar logo por quem...Bom, tento entender o que leva uma pessoa a ficar prostrado diante de uma janela durante algumas horas observando minhas atividades, ou comentando com suas amiga/amigos, gente de todo o predio sobre sua paixao platonica, ou me vendo devorar um pacote de banana passa em bolinhas...Sinceramente não consigo encontrar respostas plausíveis. Bom, finalizando isso, e todo mundo sabe que adoro um amor não-realizado (claro que nao obsessivo). Diria eu: que tenho um interesse moderado por alguem que não conheço. Passo todos os dias pelo seu escritorio, vejo se o carro dele esta la, sempre vou ao shopping pra ver se a gente se esbarra nos cafés, deixo o meu cachorro marcar o território na frente do escritorio dele...e hoje quase fui atropelada propositalmente por ele. Ia ser o climax do climax, mas fiquei tao assustada entre ele perceber que procurava por ele e ele me surpreender num atropelo que nem olhei ...a timidez é sempre assim, me faz fingir um orgulho ou medo que sei la onde se esconde dentro de mim. Mas sabe , adoro os detalhes que sei sobre ele, seu andar apressado, sua camisa branca, seu tenis sujo, os óculos, a conversa com as atendentes do café e seu jeito simples mas polido (quase perfeito como a Garotinha Ruiva do Charlie). E fica sempre a pergunta, será que se conhecermos a pessoa por quem nutrimos esse amor logo ele se esvai?

Nem pense nisso Snoopy!


Escrito por Landika às 21h28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

12/06/2009

Vazio existencial

As vezes dá o maior vazio e ai a gente acha que uma picanha ao alho pode salvar parte do dia, mas de verdade, preciso fazer meu dia render umas trinta horas. Trinta horas pra pensar na vida, me alegras, me sentir triste, ver um filme, me apaixonar por alguem e quem sabe, fazer a picanha ser digerida....


Escrito por Landika às 23h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

04/06/2009

Hora da Xepa (este é um post sobre comida)

Não estava mais tão acostumada com as baixas temperaturas. E olha que adoro frio. Mas esse frio que menciono é aquele de 15 graus. Aquele clima mais agradável pra sopinhas, fondues e vinho. Um pouco diferente desta injeção de vontade de dormir no final da tarde. Sem falar que a variação de clima (pelo menos hoje foi assim) foi de 27 graus com sol brilhante a tarde à 11 graus ( que é o que esta fazendo neste exato momento). Com este frio e com a bagunça da rotina aqui em casa mal consigo me concentrar pra escrever qualquer coisa. A única coisa que desejo é chocolate quente e o quentinho da cabana de edredon e cobertor (es). Sim, assim mesmo no plural. Não bastasse ter que andar com um quase cobertor cor-de-rosa amarrado no pescoço (esse meu xale sempre me salva do vento frio) fico com aquela vontade de chocolate quente com cookies. Coisa que até o Snoopy venera. Com o solzinho da tarde de hoje resolvemos entao matar os microbios de casa na rua. De ultima hora decidimos que faríamos um programa do tipo CBB - Cesta Básica Brasileira. Deveria ser chamada de comida típica brasileira. Talvez a tarde pedisse algo do tipo, como comer um PF suculento por 15 reais e que serve tres pessoas. Pedimos o Espeto a Brasileira acompanhada de limonada suíça. E olha que estava saboroso, com exceção da salada com gosto estranho de terra. Depois, um passeio pelo meio do final da feira - A hora Xepa. Deve ser um dos momentos mais sensacionais da feira quando se liquida tudo e fica um monte de gente querendo levar até a barraca. Bom, eu não fiz a feira. Aliás quase nunca faço compro mais frutas e o resto consumo fora de casa. No final das contas tinha tanta carambola e ameixa que dava pra fazer suco até a proxima semana. E , claro, não podia ter deixado de visitar a feira sem ter comido um daqueles pasteis enormes. E foi o que fiz. A caminhada de depois deve ter dado um jeito nas gordurinhas que acompanham o pastel né?


Escrito por Landika às 21h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]